Academia Wall Street Fitness

Tel: (31) 3335-7227

Newsletter da Academia

Cadastre-se e concorra a 1 ano de academia grátis

Fique por dentro

Quais os principais mitos envolvendo a cirurgia bariátrica

22/07/2010

Quais os principais mitos envolvendo a cirurgia bariátrica

Autor: Marcos Muniz

Quais Os Principais Mitos Envolvendo A Cirurgia Bariatrica

Quais os principais mitos envolvendo a cirurgia bariátrica? O principal é que a pessoa vai voltar a engordar. Existe uma tendência a ganhar peso se não houver restrição tanto na ingestão quanto na absorção dos alimentos, que varia a depender da técnica. A colocação do balão gástrico e da banda no estômago oferecem mais chances de ganhar peso. Um outro erro comum é achar que a cirurgia é a solução para tudo. Ela só funciona se for acompanhada de tratamento com uma equipe de especialistas. Isso inclui a reabilitação alimentar. Temos que reaprender a comer, a deixar de ser sedentários, a ter hábitos de vida mais saudáveis.

Ainda é preciso, em alguns casos, engordar para poder fazer a cirurgia? Há 20 ou 30 anos, só se operavam os grandes obesos, pacientes com 250, 300 quilos. Mas nós fomos verificando que o objetivo não era tratar o peso, mas as doenças que decorrem da obesidade. Ela está intimamente relacionada à hipertensão, diabetes, apneia do sono, depressão, diminuição da autoestima, problemas nas articulações, infertilidade e mais uma dezena de doenças. Antes só se indicava a cirurgia para quem tinha IMC (Índice de Massa Corporal) igual ou maior que 40. O IMC é calculado dividindo o peso em quilos pela altura ao quadrado em metros. Atualmente, a tendência é mudar esse critério. Nos Estados Unidos, já há recomendação para os pacientes com IMC entre 30 e 35, com diabetes tipo 2 não controlada. E a imensa maioria deles não consegue controlar a doença com medidas clínicas, alimentação e atividade física. De cada 100, 93 estão com a doença fora de controle. Para essa população já se indica o tratamento cirúrgico.

Como a operação controla a diabetes? Um pesquisador americano foi observar como estavam os pacientes operados havia mais de dez anos. Ele verificou que entre 85% e 90% estavam sem diabetes e que a cirurgia estava sendo mais eficaz para compensar a diabetes do que a própria obesidade. Utilizando ratos, descobriu-se que a exclusão do duodeno, uma das etapas da cirurgia, aumenta a produção de hormônios como as incretinas, ligadas à produção de insulina pelo pâncreas. Com isso, não só cresce a produção de insulina como também a população de células produtoras. Outra constatação foi que o emagrecimento diminui outros hormônios que impedem a atuação da insulina na obesidade. Isso permite que 80% dos pacientes com diabetes tipo 2 fiquem sem precisar de medicamento e com a doença controlada por até dez anos após a realização da cirurgia.


Quais os tipos de cirurgia mais comuns? A mais comum é o bypass gástrico, também conhecida como cirurgia do grampo. É importante destacar que cada procedimento é individualizado. Pode haver dois pacientes com o mesmo peso, mesma idade e mesma altura que terão cirurgias completamente diferentes. Porque um bebe, o outro não, um gosta de doces, outro não gosta, um pretende fazer atividade física, o outro é sedentário, um tem transtorno de compulsão alimentar, o outro não. Cada um desses aspectos deve ser levado em conta, não se pode tratar todos os pacientes obesos como se fossem iguais.

Como é o processo de preparação para a cirurgia? Antes de operar, é preciso saber como está a saúde do paciente. Se ele tem diabetes, ronca , está deprimido ou ansioso, tem compulsão alimentar, come muito de noite. Alguns têm de controlar a ansiedade antes de operar. Outros, a hipertensão. Além disso, muitas clínicas e hospitais não possuem uma equipe multiprofissional, composta por nutricionista, psicólogo, psiquiatra, professor de educação física, fisioterapeuta, enfermeiro e endocrinologista. Esses especialistas precisam trabalhar no mesmo local e trocar informações para reabilitar o paciente a longo prazo. É preciso saber se ele continua se comportando de maneira adequada.

É comum quem faz a cirurgia ter dificuldade para manter o peso depois? Isso pode acontecer, mas não ocorre com muita frequência. É normal um percentual de pacientes ter ganho de peso. Isso ocorre principalmente entre os que não são acompanhados por uma equipe de especialistas. Por exemplo, se a pessoa opera e não tem um reabilitação alimentar, ela pode continuar comendo alimentos hipercalóricos. Mas dificilmente quem faz a cirurgia de bypass volta a ter o peso de antes.

É uma cirurgia difícil, do ponto de vista médico? São procedimentos de alta complexidade. Nos Estados Unidos, os centros especializados têm taxa de mortalidade de 0,34 paciente em cada 100 operados. Mas nos hospitais comuns, a taxa sobe para 3, dez vezes mais. Isso significa que é mais arriscado ser operado por um cirurgião que faz pouco esse tipo de cirurgia.

A cirurgia bariátrica é um novo filão no mercado, e cada vez mais clínicas a oferecem. Como envolve comércio, como fica a questão ética? Existe uma pressão financeira muito grande dos convênios, que vão buscar os hospitais e clínicas mais baratos possíveis para realizar o procedimento. E, na maioria das vezes, o mais barato não é o melhor. Na área de saúde, os hospitais mais caros estão entre os melhores. Mas o custo dos procedimentos nesses hospitais é duas vezes maior. O Planserv hoje paga um pacote de R$ 17.800, mas há hospitais em que esse pacote chega a R$ 30 mil. E existe motivo para isso. Procedimentos simples, como uma cirurgia de hérnia ou de apendicite, podem ser feitos na maioria dos hospitais. Mas câncer, cirurgia bariátrica, neurológica ou de coluna deveriam ser realizados apenas em hospitais de clínicas de maior complexidade. Os convênios têm interesse nos melhores hospitais para vender o plano de saúde, mas não querem que os clientes utilizem esses hospitais. Eles procuram os hospitais que oferecem a cirurgia por valor mais barato, porque cortam custos com especialistas. E da mesma forma que existem esses hospitais, existem médicos que fazem a cirurgia sem as melhores condições. É fundamental ter a equipe multiprofissional no mesmo hospital, UTI em perfeito estado, endocrinologista e serviço de endoscopia 24h, equipamentos e móveis adequados para pacientes com mais de 200 quilos.

Como é a relação com os convênios? O problema é que muitos não liberam a cirurgia por laparoscopia. Só recentemente o Planserv liberou. Até o ano passado, o Planserv só liberava cirurgia de obesidade com corte na barriga e não queria pagar a remuneração proposta pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM). Isso fez com que os cirurgiões se recusassem a fazer a cirurgia por vídeo pelo Planserv. A partir deste ano, os hospitais cortaram gastos para que se atingisse a remuneração mínima e se fizesse essas cirurgias em larga escala. Mais ainda temos uma questão com a Secretaria Estadual da Saúde, que é liberar a cirurgia por vídeo na rede pública, porque ainda só são realizadas por via aberta, com corte. Queremos que a Sesab viabilize isso, e uma das formas é a Secretaria da Fazenda adotar uma política de isenção tributária de ICMS para os materiais necessários na cirurgia. Isso já existe em estados como São Paulo e diminui em até 30% o custo desses materiais. Se a Secretaria da Fazenda der isenção tributária apenas para os pacientes carentes, isso representa a possibilidade de operar bem mais pessoas e usar uma técnica atual, mais eficaz e menos traumática, que é a cirurgia laparoscópica.

Atualmente, qual a alternativa para pacientes sem plano de saúde? Hoje, eles vão para o Cedeba, órgão do Estado responsável pela centralização dos pacientes. Mas o Cedeba não tem a capacidade de absorver todos que precisam. Apenas entre os cadastrados, o número de pacientes com indicação cirúrgica é superior a 30 mil pessoas. Em todo o País, nós temos 40% da nossa população com sobrepeso. E desse percentual, 20% têm obesidade mórbida. Isso representa um número muito grande de pessoas. É necessário que haja o credenciamento de mais hospitais para fazer a cirurgia pelo SUS.

O senhor acredita que a maioria dos gestores públicos não percebeu a gravidade do problema? Os gestores públicos, com certeza, não perceberam o problema de saúde pública que a obesidade representa. A gente não passa uma semana sem um grande veículo da mídia fazer uma reportagem sobre os problemas da obesidade infantil, da obesidade dos adultos, da obesidade dos idosos. Essa é a doença que mais cresce no mundo e a que tem o maior impacto nos sistemas de saúde. Hoje, nos Estados Unidos, se gasta um trilhão de dólares por ano com os custos relacionados ao combate à obesidade. Existe a necessidade de essa cirurgia ser liberada de forma mais ampla, tanto pelas seguradoras como pelo Sistema Único de Saúde, porque é um problema que atinge a todos. A geração dos nossos filhos será mais obesa que a nossa, a de nossos netos mais obesa que a de nossos filhos. Porque antigamente, na nossa infância, a gente não tinha receio de brincar e praticar esportes na rua. Hoje existe receio por causa da violência urbana. E há a evolução tecnológica, que nos faz gastar menos calorias. Trabalhamos em salas com ar-condicionado, quando saímos entramos em carros também com ar-condicionado, direção hidráulica. E os alimentos são cada vez mais calóricos. Se quisermos comer pizza, hambúrguer, comida chinesa, entregam em casa até de madrugada. O governo devia tributar os alimentos calóricos como tributa fumo e bebida alcóolica, porque eles causam uma doença muito séria. Se não educarmos as crianças e prevenirmos a obesidade, teremos nas próximas quatro décadas uma população de obesos 30% maior do que a que temos hoje.

Mesmo com a evolução tecnológica, a cirurgia bariátrica ainda é um procedimento complicado. Existe, na perspectiva da medicina, uma maneira menos agressiva de combater a obesidade? Durante o mapeamento do genoma humano, descobrimos que o número de genes envolvidos com as doenças é muito maior do que se pensava. Todas as doenças, seja diabetes, hipertensão, apneia do sono, estão ligados a genes diferentes e localizados em partes diferentes nos cromossomos. Seguramente, o mapeamento genético no futuro vai permitir atuar de forma preventiva, mas isso ainda deve demorar pelo menos quatro décadas. Esse tempo será necessário porque descobrimos que, além dos nossos genes, temos que mapear os genes de trilhões de bactérias que vivem dentro da gente, pois cada uma dessas bactérias atua na questão da obesidade, consumindo parte do alimento que a gente ingere. Hoje sabemos que se nenhum dos pais é obeso, a chance de o filho ser obeso é de 17%. Se um deles for obeso, essa chance aumenta para 42%. E se os dois pais forem obesos, a chance sobe para 80%. Então, a genética tem muita importância na questão da obesidade. Como a população de obesos tende a crescer, teremos cada vez mais filhos obesos. Mas existe a perspectiva da prevenção. Precisamos entender mais as coisas que ocorrem dentro da gente.

Academia Wall Street Fitness Estudante Para Meia Em Qualquer Atividade B

*TODOS ALUNOS DA ACADEMIA TEM DIREITO:
*Avaliação física grátis.
*Avaliação nutricional grátis.

Academia Wall Street Fitness Programa Corporativo Para Empresas Afiliadas

Quer Ganhar Um Mes Academia 100 Gratis

QUER GANHAR UM MÊS DE ACADEMIA 100% GRÁTIS?

Indique um novo aluno e não pague mensalidade.

A pessoa que indicar um novo aluno para malhar na academia, ganha uma mensalidade.
Se o aluno indicado pagar 6 meses, quem fez a indicação ganha mais uma mensalidade = dois meses.
Este credito pode ser usado para qualquer modalidade e para qualquer época do ano.

Promoção valida para qualquer atividade.

ATIVIDADES:
http://www.wallstreetfitness.com.br/atividades/ginastica/
http://www.wallstreetfitness.com.br/atividades/artes-marciais/
http://www.wallstreetfitness.com.br/atividades/spinning/
http://www.wallstreetfitness.com.br/atividades/musculacao/

HORÁRIOS
http://www.wallstreetfitness.com.br/horarios/

PREÇOS
http://www.wallstreetfitness.com.br/precos/

Logobonecowall
ACADEMIA WALL STREET FITNESS
www.wallstreetfitness.com.br
(31) 3335-7227 (31) 3291-6590.
AV.CONTORNO 8000 - BAIRRO LOURDES
BELO HORIZONTE - MG
Graduação de Marcos de Souza Muniz
* Graduado em Educação Física (EEF-UFMG); (1990)
* Diretor fundador da Academia Wall Street Fitness.(1991)
* Graduado fisiologia do exercício: emagrecimento e hipertrofia pela UFMG 1992
* Graduado Exercício e o Coração pela Associação Médica de Minas Gerais. (1994)

Visa
Malhe e pague com cartões Visa e Mastercard.

Valor Titulo Remido Wall Street
Mapa Wall
DIGA NÃO AS DROGAS CAMPANHA DA ACADEMIA WALL STREET FITNESS.
Atenção:
Não aprovamos e não nos responsabilizamos pelo uso de anabolizantes.
Não recomenda o uso de nenhum medicamento e/ou suplemento alimentar
sem a prévia recomendação de um médico ou nutricionaista.
Não inicie nenhuma rotina de treinamento sem a supervisão de um profissional da área do esporte.
Satisfacao Garantida
Academia Musculação Jiu-Jitsu Fitness Wall Street fitness Ginástica Lutas Atividades Spinning
Academia de Taekwondo conveniados Corporativos com academia plano Semestral com academia
academia barata em BH Especial Full Contact Yoga Pilates Krav Magá Kick Boxing BH Performance
fitness Artes Marciais Academia de BH Yoga em Belo Horizonte Notícias de academia Kung Fu Horários de academia
Academia Musculação Jiu-Jitsu Fitness Ginástica laboral Lutas Atividades Spinning em Belo Horizonte
Yoga em Belo Horizonte Pilates em Belo Horizonte Krav Magá em Belo Horizonte Kick Boxing em Belo Horizonte
Artes Marciais em Belo Horizonte Kung Fu em Belo Horizonte defesa pessoal em Belo Horizonte
Academia de Taekwondo em Belo Horizonte

Tags da Academia

Avenida do Contorno 8000, 1º andar - Lourdes | Academia em Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil | Telefone: +55 3335-7227 | Fax: +55 31 3291-6590