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Academia - É em forma de maçã que tendem a ficar as mulheres quando atravessam a idade da menopausa

18/01/2010

Academia - É em forma de maçã que tendem a ficar as mulheres quando atravessam a idade da menopausa

Marcos Muniz

Academia   E Em Forma Maca Que Tendem A Ficar As Mulheres Quando Atravessam A Idade Da Menopausa

Menopausa: mulheres em forma de maçã
É em forma de maçã que tendem a ficar as mulheres quando atravessam a idade da menopausa. A gordura concentra-se no abdómen e a culpa parece ser das hormonas.

Algures entre os 40 e os 50 anos, as mulheres notam que o corpo começa a mudar: em vez da pêra que lhes dava forma até então, vão assumindo os contornos de maçã, com a linha de cintura a esvair-se. É a gordura a acumular-se no abdómen, em vez das ancas e coxas onde tradicionalmente se concentrava.

Manter o peso habitual torna-se mais difícil.

É assim que o corpo feminino convive com a menopausa.

Um dos sintomas desta idade de transição é, precisamente, algum ganho de peso, mesmo quando a mulher pratica exercício físico e respeita uma alimentação equilibrada.

Tudo indica que a culpa é da flutuação hormonal.

As hormonas têm impacto directo no apetite, no metabolismo e no armazenamento de gordura: com a menopausa, os níveis de estrogénios, androgénios (onde se inclui a testosterona), entre outras, sofrem oscilações, o que interfere com os esforços da mulher para controlar o peso.

A principal alteração envolve os estrogénios, as hormonas femininas por excelência, responsáveis pela ovulação. Durante a menopausa, há um declínio rápido de estrogénios, a que correspondem irregularidades na produção de óvulos, até que cessa por completo.

O que não cessa é a relação destas hormonas com o peso: é que à medida que os ovários são menos produtivos, o organismo procura outras fontes de estrogénios e as células adiposas, onde se armazena a gordura, são uma delas.

Em consequência, o organismo esforça-se por converter calorias em gordura, de modo a obter a quantidade de estrogénios de que necessita.

Só que as células adiposas não queimam calorias com a mesma eficácia das células musculares, pelo que a gordura se acumula, ganhando-se uns quilos indesejáveis. Outra hormona cuja produção entra em queda com a menopausa é a progesterona.

O resultado é também o ganho de peso, pelo menos na aparência: é que há uma maior retenção de líquidos, o que faz com que a mulher pareça inchada e mais pesada.

Nota-se nas roupas, que ficam um pouco mais apertadas. A boa notícia é que este efeito tende a desaparecer ao fim de alguns meses.

Os androgénios são hormonas sexuais com influência na mulher. Os androgénios produzidos pela suprarenal são a principal fonte de estrogénios e testosterona na menopausa.

Como já referido, esta produção, na menopausa, é efectuada no tecido adiposo.Os níveis de testosterona vão descendo ao longo dos anos (não descem abruptamente como os estrogénios), contribuindo para um metabolismo mais lento: ora isso significa que o corpo queima menos calorias, logo há uma maior probabilidade de a gordura se acumular.

E na acumulação de gordura existe também o efeito da diminuição de estrogénios (que se assume prevenirem a deposição de gordura abdominal) bem como diminuição do metabolismo. Com o decréscimo rápido de estrogénios e uma descida lenta ao longo dos anos de androgénios, na menopausa, existe uma alteração de relação entre androgénios / estrogénios, com excesso relativo de androgénios, o que pode relacionar-se com síndrome metabólica.

Mas no aumento de peso é preciso considerar que o número de calorias que se necessita diminui com a idade e o músculo vai diminuindo sendo substituído por gordura, que origina metabolismo mais lento. Se a esta situação se juntar menos exercício e e aumento da ingestão de calorias o aumento de peso é inevitável.



Gordura perigosa

Esta nova forma vai ficando visível, denunciando o excesso de gordura abdominal.

Mas o mais preocupante não é o que se vê, não é a gordura subcutânea, que fica entre a pele e a parede abdominal, mas a chamada gordura visceral, mais profunda e que rodeia os órgãos.

O excesso de gordura tem sempre um efeito negativo na saúde, mas esta constitui um risco maior, podendo abrir caminho a doenças como as cardiovasculares, diabetes, cancro da mama, síndrome metabólica, hipertensão e outras.

São riscos acrescidos quando à influência das hormonas se juntam factores comportamentais, como uma alimentação demasiado calórica e a ausência de exercício físico.

Com a menopausa pode haver tendência para a mulher comer mais e, sobretudo, preferir alimentos com muitas calorias, as quais, devido ao abrandamento do metabolismo, são mais difíceis de queimar. E se a mulher levar uma vida sedentária ainda menos energia se gasta, pelo que mais calorias se acumulam. Em consequência, há uma maior concentração de gordura e ganho de peso.

Dado este risco é nos factores comportamentais que incide a prevenção e o controlo do excesso de peso associado à menopausa. Antes de mais, há que reduzir a ingestão de calorias: mas de uma forma progressiva, não radical, sob pena de o organismo reagir conservando a energia/gordura e tornando ainda mais difícil perder quilos. Diminuir as porções a cada refeição ajuda, substituir as gorduras saturadas pelas polinsaturadas, preferir as frutas e os vegetais e evitar os hidratos de carbono simples como o pão branco também.

Aumentar o nível de actividade física é o outro prato desta balança saudável: os exercícios aeróbios são bons porque estimulam o metabolismo e contribuem para queimar gordura, enquanto os exercícios de resistência aumentam a massa muscular e fortalecem os ossos.

No entanto, não é necessário ter um programa formal: o que é preciso é estar em movimento - andar, a pé ou de bicicleta, pelo menos 30 minutos por dia. Dançar, nadar e até jardinar também são uma boa forma de a mulher estar activa.

É importante controlar o peso, de modo a prevenir os riscos associados ao excesso de gordura e quilos. Mas, quando se atravessa a menopausa, também é importante compreender que o corpo muda mesmo e aprender a viver com a nova forma, mais do que tentar vestir as velhas roupas.



Sinais de transição

A menopausa é um processo natural que se traduz na ausência de menstruação quando os ovários deixam de funcionar: a mulher perde a capacidade de reprodução.

Os primeiros sinais - irregularidades menstruais - ocorrem, em média, pelos 50 anos, mas este é um processo influenciado geneticamente, pelo que a idade em que a mãe ou a avó entraram na menopausa é um bom indicador.

Apesar de natural e inevitável, cada mulher vive a menopausa à sua maneira. Há sintomas que a anunciam, mas não acontecem com a mesma intensidade para todas as mulheres - algumas não apresentam sequer queixas.

Os mais comuns são os calores, os afrontamentos e os suores nocturnos. Mas ocorrem também sintomas como irritabilidade, ansiedade, dificuldade de concentração e de memória, insónias.

Secura vaginal e alguma diminuição do desejo sexual podem verificar-se igualmente devido à flutuação hormonal.

São sintomas que devem ser alvo de tratamento para melhoria da qualidade de vida.

Porque a menopausa não é o fim, é o inicio de um novo ciclo de vida.

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